Finanças

    Taxa Legal sobe para 1,154527% em agosto de 2026: entenda como funciona e como calcular

    22 de agosto de 2026Felipe da Silva Lopes14 min de leitura

    A Taxa Legal passou a 1,154527% ao mês em agosto de 2026, segundo comunicado divulgado pelo Banco Central do Brasil. O índice é utilizado em situações previstas na legislação brasileira para a aplicação de juros quando não há uma taxa convencionada ou quando a legislação determina sua utilização.

    O valor de agosto representa uma alta em relação à Taxa Legal de 0,706607% ao mês registrada em julho de 2026.

    A Taxa Legal foi criada a partir das mudanças promovidas pela Lei nº 14.905/2024, que alterou as regras do Código Civil relacionadas à atualização e aos juros aplicáveis em determinadas obrigações. Sua metodologia foi regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e os valores são divulgados mensalmente pelo Banco Central.

    Mas o que exatamente significa uma Taxa Legal de 1,154527% ao mês? Como esse percentual é definido? E como calcular os juros quando o índice precisa ser aplicado?

    Neste artigo, você vai entender o que é a Taxa Legal, como ela é calculada, qual é o valor de agosto de 2026 e como fazer uma simulação matemática utilizando o índice.

    Fonte: Banco Central do Brasil — Comunicado nº 45.670, de 3 de agosto de 2026.

    01.O que é a Taxa Legal?

    A Taxa Legal é uma taxa de juros estabelecida pela legislação brasileira para determinadas situações em que não existe uma taxa de juros previamente convencionada ou quando a própria legislação determina sua aplicação.

    A regra está relacionada ao artigo 406 do Código Civil, que foi alterado pela Lei nº 14.905/2024.

    A legislação estabeleceu que, quando os juros não forem convencionados, quando forem convencionados sem uma taxa definida ou quando houver determinação legal para sua aplicação, será utilizada a Taxa Legal.

    Sua metodologia de cálculo foi regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional, enquanto o Banco Central do Brasil é responsável pela divulgação mensal dos valores.

    Isso significa que a Taxa Legal não é simplesmente uma taxa escolhida livremente pelas partes. Ela possui uma metodologia oficial e pode mudar de um mês para outro.

    Também é importante não confundir a Taxa Legal com a Taxa Selic.

    Embora a Selic faça parte da metodologia utilizada para determinar a Taxa Legal, os dois indicadores têm finalidades diferentes e não devem ser tratados como equivalentes.

    A Lei nº 14.905/2024 estabeleceu a Taxa Legal e seus princípios gerais, enquanto a Resolução CMN nº 5.171 regulamentou sua metodologia de cálculo e sua forma de aplicação.

    02.Qual é a Taxa Legal em agosto de 2026?

    Para agosto de 2026, o Banco Central divulgou uma Taxa Legal de:

    1,154527% ao mês

    O valor consta do Comunicado nº 45.670, de 3 de agosto de 2026.

    O comunicado também apresenta os fatores utilizados na metodologia de cálculo:

    IndicadorAgosto de 2026
    Taxa Legal (TLm)1,154527% ao mês
    Fator Selicm1,01215220
    Fator IPCAm1,0006

    Em julho de 2026, a Taxa Legal havia sido de 0,706607% ao mês.

    Portanto, houve uma elevação significativa de um mês para o outro.

    Essa variação é importante porque a Taxa Legal não é um percentual fixo que permanece durante todo o ano. O Banco Central divulga o valor mensalmente, seguindo a metodologia estabelecida pelo CMN.

    Por isso, em situações que envolvam vários meses, não é correto simplesmente utilizar a taxa de agosto para todo o período. É necessário observar as taxas correspondentes aos meses envolvidos.

    Fonte: Banco Central do Brasil — Comunicado nº 45.670/2026.

    03.Como a Taxa Legal é calculada?

    A Taxa Legal possui uma metodologia específica definida pelo Conselho Monetário Nacional.

    O cálculo utiliza dois fatores:

    • Fator Selicm;
    • Fator IPCAm.

    A fórmula estabelecida para a taxa mensal é:

    TLm = Máx. [(Fator Selicm ÷ Fator IPCAm) − 1; 0] × 100

    Para agosto de 2026, o Banco Central divulgou:

    Fator Selicm = 1,01215220

    Fator IPCAm = 1,0006

    Aplicando os valores:

    [(1,01215220 ÷ 1,0006) − 1] × 100

    O resultado corresponde a aproximadamente:

    1,154527% ao mês

    Esse é o percentual oficialmente divulgado pelo Banco Central para agosto.

    O Fator IPCAm é calculado a partir da variação do IPCA-15 do mês anterior ao mês de referência, enquanto o Fator Selicm representa o fator de acumulação da Selic utilizado na metodologia.

    A regulamentação determina ainda regras específicas de arredondamento e tratamento dos valores utilizados na apuração da Taxa Legal.

    Por isso, para obter o valor oficial de determinado mês, o mais seguro é utilizar a taxa divulgada pelo Banco Central, em vez de tentar reconstruí-la com índices arredondados.

    04.Por que a Taxa Legal muda todos os meses?

    A Taxa Legal pode variar porque sua metodologia considera fatores econômicos que também podem mudar ao longo do tempo.

    Entre eles está o comportamento da Selic e do índice utilizado como referência para a atualização monetária.

    Como esses fatores não permanecem necessariamente constantes, a Taxa Legal também pode apresentar valores diferentes em cada mês.

    Isso explica a diferença observada entre julho e agosto de 2026:

    MêsTaxa Legal
    Julho/20260,706607% a.m.
    Agosto/20261,154527% a.m.

    A diferença reforça uma regra importante para quem precisa fazer cálculos com o índice:

    A Taxa Legal de um mês não deve ser automaticamente utilizada para meses futuros.

    Quando o período analisado atravessa diferentes meses, é necessário considerar a metodologia e os valores oficiais correspondentes a cada período.

    05.A Taxa Legal utiliza juros simples?

    Sim. A Resolução CMN nº 5.171 determina que o regime de juros simples seja aplicado à Taxa Legal para fins de acumulação das taxas mensais e de apuração de juros proporcionais (fração pro rata).

    Isso é importante porque muitas pessoas podem confundir o cálculo da Taxa Legal com uma aplicação financeira que utiliza capitalização composta.

    No regime de juros simples, os juros são calculados sobre o capital de referência, sem que os juros de períodos anteriores sejam incorporados ao capital para gerar novos juros.

    A fórmula básica é:

    J = C × i × t

    Onde:

    • J = juros;
    • C = capital;
    • i = taxa;
    • t = tempo.

    O montante pode ser calculado por:

    M = C + J

    A aplicação efetiva da Taxa Legal, entretanto, possui regras próprias para períodos mensais e frações de mês. Por isso, uma simulação matemática simples não deve ser confundida com uma apuração jurídica de uma obrigação específica.

    06.Como calcular a Taxa Legal para um período de um mês?

    Imagine, apenas como exemplo matemático, uma obrigação de R$ 1.000,00 sujeita à Taxa Legal de agosto de 2026 durante um período correspondente a um mês completo.

    A Taxa Legal de agosto é:

    1,154527% ao mês

    Convertendo o percentual para decimal:

    1,154527 ÷ 100 = 0,01154527

    Aplicando a fórmula de juros simples:

    J = C × i × t

    Temos:

    • C = R$ 1.000,00
    • i = 0,01154527
    • t = 1 mês

    Então:

    J = 1.000 × 0,01154527 × 1

    J = R$ 11,54527

    Arredondando o resultado para centavos:

    J = R$ 11,55

    O valor atualizado seria:

    R$ 1.000,00 + R$ 11,55 = R$ 1.011,55

    Esse exemplo considera exclusivamente os juros da Taxa Legal e não representa necessariamente o valor final de uma obrigação jurídica, que pode envolver atualização monetária e outras regras aplicáveis ao caso.

    Portanto, em uma simulação didática de um mês completo, R$ 1.000,00 submetidos à taxa de 1,154527% produziriam aproximadamente R$ 11,55 de juros.

    É importante destacar que esse exemplo serve para explicar a matemática. A aplicação efetiva da Taxa Legal em uma obrigação real depende das datas e das condições do caso concreto.

    07.E se o período for menor que um mês?

    A metodologia oficial também prevê situações em que os juros correspondem apenas a uma fração do mês, chamada de período pro rata.

    Nesse caso, não devemos simplesmente considerar que 15 dias equivalem exatamente à metade da taxa mensal em qualquer situação sem observar o mês correspondente.

    A Resolução CMN nº 5.171 determina que o juro diário seja obtido dividindo-se a Taxa Legal do mês pelo número de dias corridos daquele mês. Depois, esse valor diário é multiplicado pelo número de dias corridos que devem ser apropriados.

    Por exemplo, suponha novamente um valor de R$ 1.000,00, com a Taxa Legal de agosto de 2026, durante 15 dias corridos.

    Agosto possui 31 dias.

    Primeiro, calculamos a taxa diária:

    1,154527% ÷ 31 = aproximadamente 0,0372428% ao dia

    Para 15 dias:

    0,0372428% × 15 ≈ 0,558642%

    Convertendo para decimal e aplicando sobre R$ 1.000:

    R$ 1.000 × 0,00558642 ≈ R$ 5,59

    Assim, em uma simulação simplificada de 15 dias dentro de agosto, os juros seriam de aproximadamente R$ 5,59.

    O valor exato de uma simulação real deve respeitar as datas efetivamente consideradas e a metodologia oficial, inclusive as casas decimais utilizadas no cálculo.

    O próprio Banco Central disponibiliza uma ferramenta específica para realizar esse tipo de simulação pela Taxa Legal.

    08.E quando o período atravessa vários meses?

    Esse é um dos pontos mais importantes para entender a Taxa Legal.

    Imagine uma obrigação que precise ser atualizada durante um período que começa em agosto e termina em outubro de 2026.

    Não seria correto simplesmente pegar a Taxa Legal de agosto, multiplicá-la por três e considerar esse resultado como a taxa acumulada do período.

    Isso acontece porque cada mês possui sua própria Taxa Legal.

    O Banco Central divulga a taxa mensalmente e a regulamentação estabelece que a acumulação das taxas mensais seja feita pelo regime de juros simples.

    Além disso, se o período começar ou terminar no meio de um mês, devem ser considerados os juros proporcionais correspondentes às frações desses meses.

    Na prática, uma atualização pode envolver:

    • uma fração da Taxa Legal do primeiro mês;
    • a Taxa Legal integral de cada mês intermediário;
    • uma fração da Taxa Legal do último mês.

    Por isso, quanto maior o período e mais datas diferentes estiverem envolvidas, mais importante se torna utilizar os valores oficiais divulgados pelo Banco Central.

    10.Em quais situações a Taxa Legal pode ser aplicada?

    A Taxa Legal não é uma taxa que pode ser escolhida livremente para qualquer dívida ou contrato. Sua utilização está relacionada às situações previstas na legislação brasileira.

    A Lei nº 14.905/2024 alterou o artigo 406 do Código Civil e estabeleceu a Taxa Legal como referência para determinadas situações em que os juros não foram previamente convencionados ou foram definidos sem uma taxa específica.

    Na prática, isso pode ocorrer, por exemplo, quando existe uma obrigação de pagar determinada quantia e a legislação exige a incidência de juros, mas não existe uma taxa de juros previamente estabelecida para aquela situação.

    Isso é diferente de um contrato em que as partes já definiram expressamente uma taxa de juros, desde que essa convenção seja válida e não exista uma regra legal que determine tratamento diferente.

    Por isso, antes de aplicar a Taxa Legal a uma dívida, contrato ou obrigação, é necessário verificar qual é a origem da obrigação e qual regra jurídica determina a incidência dos juros.

    A Taxa Legal fornece o parâmetro matemático para as situações em que sua aplicação é determinada pela legislação, mas não substitui a análise jurídica do caso concreto.

    13.Por que consultar a taxa oficial de cada mês?

    Como a Taxa Legal pode mudar mensalmente, utilizar uma taxa antiga pode produzir um resultado incorreto.

    Imagine uma pessoa tentando atualizar uma obrigação que atravessa vários meses. Utilizar a Taxa Legal de agosto para todo o período poderia ignorar alterações ocorridas nos meses seguintes.

    A forma correta de realizar uma simulação precisa considerar:

    • a data inicial;
    • a data final;
    • as Taxas Legais correspondentes aos meses envolvidos;
    • eventuais frações de mês;
    • as regras específicas de aplicação previstas na regulamentação.

    Por isso, uma calculadora que trabalhe com a Taxa Legal precisa ter acesso às taxas oficiais de cada período, e não apenas aplicar uma taxa mensal fixa.

    O Banco Central mantém uma ferramenta própria para a correção de valores pela Taxa Legal, justamente porque o cálculo pode envolver diferentes períodos e regras de aplicação.

    14.Exemplo: por que não basta multiplicar a taxa pelo número de meses?

    Considere novamente uma Taxa Legal hipotética de 1% ao mês e um valor inicial de R$ 1.000.

    Se estivéssemos fazendo apenas uma demonstração de juros simples com uma taxa constante durante três meses:

    J = 1.000 × 0,01 × 3

    J = R$ 30

    O montante seria:

    R$ 1.030

    Mas esse exemplo não representa necessariamente a forma de atualizar uma obrigação real pela Taxa Legal durante três meses.

    Isso porque a Taxa Legal oficial pode ser diferente em cada mês.

    Se agosto tiver uma taxa, setembro outra e outubro outra, o cálculo deverá considerar os valores correspondentes a cada período, além das regras para eventuais frações de mês.

    Essa distinção é importante para evitar um erro bastante comum: confundir uma simulação didática de juros simples com o cálculo efetivo de uma obrigação sujeita à Taxa Legal.

    15.Como consultar a Taxa Legal oficial?

    Como a Taxa Legal pode mudar de um mês para outro, é importante consultar o valor correspondente ao período que será analisado.

    O Banco Central do Brasil divulga mensalmente a Taxa Legal por meio de comunicado oficial. Esses comunicados apresentam a taxa aplicável ao mês e os fatores utilizados na metodologia de cálculo.

    Para agosto de 2026, por exemplo, o Comunicado nº 45.670 apresenta a Taxa Legal de 1,154527% ao mês, além dos respectivos fatores Selicm e IPCAm.

    Também é possível utilizar a Calculadora do Cidadão, disponibilizada pelo Banco Central, para realizar correções de valores pela Taxa Legal.

    Isso é especialmente útil quando o período analisado envolve mais de um mês, pois a ferramenta considera as informações correspondentes ao período informado.

    Para uma situação real, o ideal é sempre conferir:

    • a data inicial da obrigação;
    • a data final;
    • as taxas oficiais dos meses envolvidos;
    • as regras aplicáveis ao caso;
    • e, quando necessário, a orientação de um profissional especializado.

    16.O que muda com a Taxa Legal de agosto de 2026?

    A Taxa Legal de 1,154527% ao mês em agosto de 2026 representa uma elevação em relação ao percentual de 0,706607% registrado em julho.

    Para quem precisa calcular uma obrigação sujeita à Taxa Legal, essa mudança reforça a importância de utilizar o índice correspondente ao período correto, em vez de aplicar uma taxa fixa durante vários meses.

    A metodologia também mostra por que o cálculo pode ficar mais complexo quando uma obrigação atravessa diferentes meses ou envolve apenas parte de um mês.

    Em uma situação real, é necessário observar as datas, as taxas oficiais de cada período e as regras específicas aplicáveis à obrigação.

    Para fins educacionais, porém, a lógica fundamental pode ser resumida em três pontos:

    1. A Taxa Legal é divulgada mensalmente pelo Banco Central.
    2. Seu valor é determinado por uma metodologia oficial que utiliza fatores relacionados à Selic e ao IPCA-15.
    3. Sua aplicação possui regras específicas, inclusive para períodos de vários meses e frações de mês.

    17.Conclusão

    A Taxa Legal é um importante mecanismo previsto na legislação brasileira para determinadas situações em que é necessária a aplicação de juros e não existe uma taxa previamente definida ou quando a própria legislação determina sua utilização.

    Em agosto de 2026, o índice foi estabelecido em 1,154527% ao mês, acima dos 0,706607% registrados em julho.

    Mais do que decorar o percentual, é importante entender que a Taxa Legal não é fixa, não é sinônimo de Selic e não deve ser aplicada indiscriminadamente a qualquer dívida.

    Como o índice é divulgado mensalmente, cálculos que envolvem períodos maiores precisam considerar as taxas correspondentes a cada mês e as regras específicas para frações de período.

    Para quem precisa apenas entender o conceito, a fórmula de juros simples ajuda a visualizar o impacto de uma determinada taxa sobre um valor. Já para uma atualização efetiva de uma obrigação, é necessário seguir a metodologia oficial e verificar as condições jurídicas aplicáveis ao caso.

    Fontes principais: Banco Central do Brasil, Conselho Monetário Nacional e Lei nº 14.905/2024.

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    Como citar

    SóCalculadora. Taxa Legal sobe para 1,154527% em agosto de 2026. Disponível em: https://socalculadora.com.br/blog/taxa-legal-agosto-2026. Acesso em: 25 de agosto de 2026.

    Perguntas frequentes

    Qual é a Taxa Legal em agosto de 2026?

    A Taxa Legal de agosto de 2026 é de 1,154527% ao mês, conforme o Comunicado nº 45.670 do Banco Central.

    A Taxa Legal é igual à Selic?

    Não. A Selic participa da metodologia utilizada para calcular a Taxa Legal, mas os dois indicadores possuem finalidades diferentes.

    A Taxa Legal é fixa?

    Não. O Banco Central divulga a Taxa Legal mensalmente, e o valor pode mudar de acordo com os fatores utilizados na metodologia.

    A Taxa Legal utiliza juros simples ou compostos?

    A regulamentação estabelece regras específicas para a aplicação da Taxa Legal, incluindo a utilização do regime de juros simples na acumulação das taxas mensais e regras próprias para frações de mês.

    Posso usar a Taxa Legal para qualquer dívida?

    Não. A Taxa Legal é aplicável às situações determinadas pela legislação. Não deve ser escolhida livremente como taxa para qualquer contrato ou dívida.

    Como calcular 1,154527% de juros sobre R$ 1.000?

    Em uma simulação matemática de um mês completo: R$ 1.000 × 0,01154527 = R$ 11,54527. Arredondando para centavos, são aproximadamente R$ 11,55 de juros. O valor total seria aproximadamente R$ 1.011,55. Esse exemplo é apenas uma demonstração matemática e não determina, por si só, como uma obrigação jurídica específica deve ser atualizada.

    A Taxa Legal pode ser usada para períodos de poucos dias?

    Sim. A metodologia prevê o cálculo proporcional para frações de mês. O valor diário é obtido a partir da Taxa Legal correspondente ao mês e do número de dias corridos daquele mês.

    Onde consultar a Taxa Legal oficial?

    A fonte oficial é o Banco Central do Brasil, que divulga mensalmente os valores. O Banco Central também disponibiliza a Calculadora do Cidadão para correção de valores pela Taxa Legal.

    Sobre este conteúdo

    Publicado em: 22 de agosto de 2026 · Última atualização: Agosto de 2026 · Responsável editorial: Felipe da Silva Lopes · Papel editorial no cluster: conteúdo editorial do blog sobre Finanças, com contexto e encaminhamento para as calculadoras e guias do cluster.

    Metodologia: Apuração a partir de fontes oficiais e primárias citadas no texto, com fórmulas e exemplos conferidos manualmente. Conteúdo revisado conforme política editorial.

    Fontes técnicas: Fontes oficiais citadas ao longo do artigo e política editorial do SóCalculadora.